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Mudar! E por que não?

12 de abril de 2014
"Imaginar-me saboreando o novo queijo, antes mesmo de encontrá-lo, conduz-me a ele."
Spencer Johnson

É típico dos seres humanos ter medo. Alguns têm medo de escuro, outros de altura, enquanto que outros têm medo de pessoas.

Os medos costumam ser coisas particulares, íntimas, eu diria. Cada um tem seu medo. Mas grande parte das pessoas têm um medo em comum, o medo da mudança. O famoso medo do desconhecido. Não estou falando nenhuma bobagem, com certeza você já sentiu medo de mudar a cor ou o corte de seu cabelo, de mudar de emprego, de casa, de cidade e até mesmo de mudar sua cama de lugar e não conseguir dormir. O medo da mudança, do diferente, assusta muita gente.

Mas a mudança não deve ser vista sempre como uma coisa negativa, mudar faz bem. Muitas vezes é melhor mudar do que permanecer estático, ou como dizia a música de Raul Seixas, é melhor mudar "do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo".

A mudança pode ser associada a círculos que abrem e fecham. Por isso, não tenha medo da mudança, muitas vezes o novo te fará bem. E quando não fizer, não desanime, surgirá uma nova oportunidade de mudar.

Beijos e até mais!

Sou sentimental e tal...

8 de março de 2014

Entre o equilíbrio e a extrema loucura.
Uma pessoa sensata e ao mesmo tempo instintiva.
Afirmo ter convicção, quando na verdade caminho em meio as dúvidas.
Às vezes choro querendo sorrir e outras vezes sorrio disfarçando uma enorme tristeza.
Em alguns momentos sou enganada, iludida, mas sempre dou mais uma chance à vida ou às pessoas.
Muitas vezes faço mil tarefas, exerço mil papeis já esgotada de cansaço, mas não me dou por vencida.
Em pouquíssimo tempo meu temperamento muda... dor, amor, saudade, felicidade, tristeza...
Eu sei... sou sentimental e tal...
Sou mulher.

Velha Infância

25 de fevereiro de 2014

Me bateu uma nostalgia. Saudades do meu tempo de infância, de quando não tinha que me preocupar com coisas de "gente grande". Dos meus brinquedos, das conversas com meus coleguinhas e das minhas inocentes brincadeiras.

Ah! Como é bom brincar de pega-pega, esconde-esconde, amarelinha, bom barquinho e muitas outras. Quem nunca brincou disso? Quem nunca dançou ao embalo de Xuxa, Balão mágico, É o tchan? Era tão bom brincar de casinha com minha irmã( mesmo sendo forçado), empurrar meu carrinho, comer brigadeiro e se lambuzar, subir nas árvores na casa da minha vovó.
Hoje a infância esta mudada, não se brinca mais de boneca, não se tem mais brincadeira sem malícia. E as crianças amadurecem muito cedo.Temos que ser eternas crianças.

Tem pessoas que mesmo idoso tem espírito de criança, são pessoas com sua auto-estima elevadas, pessoas que tem sua velha infância conquistada.


Vamos voltar a ser criança, pois é tão bom!

Você se foi...

13 de fevereiro de 2014

“Não sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar"
(Gostava tanto de você - Tim Maia)

Éramos tão jovens, tínhamos tantos planos, mas você nem sequer foi se despedir de mim. Por um momento, vejo toda a nossa história passar na minha mente como um vídeo clipe.  

Mal nos conhecíamos, quando começamos a namorar. Você era dois anos mais novo que eu, mas parecia tão responsável. Nosso namoro era tão bobo e inocente, foram apenas algumas conversas de calçada e passeios à missa de domingo.

Mas era isso que eu amava em nós dois, a inocência do nosso amor. Mesmo sendo um namoro inocente, lembro-me do beijo que me deu. Foi um beijo de rompante, tão rápido que quase nem sentimos os lábios um do outro, por isso nosso amor permaneceu inocente e casto. 
Nossa história foi tão curta, nem sei ao certo quanto tempo durou, só me lembro de que você ia me ver todos os dias e de repente não apareceu mais, nem me apresentou um motivo convincente por não ter aparecido. Acabamos brigando por isso. 
De repente você me ligou dizendo que viajaria, que mudaria de estado e que iria se despedir de mim. Mas nem sequer apareceu para fazê-lo. 
No dia de sua viagem, fui te procurar, mas você já estava seguindo seu novo caminho sem mim. Corri por longos minutos tentando te alcançar para dizer adeus, mas você já está tão distante e eu fique lá parada vendo você ir embora por longos minutos até não te avistar mais. 

Doces lembranças...

8 de fevereiro de 2014

"Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção

Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração"
(Tim Maia)


Vivemos momentos inesquecíveis, alguns de extrema felicidade e outros em que pensamos em desistir de tudo. Mas agora nada disso importa, o que realmente é relevante é o lindo sentimento que temos um pelo outro. Um sentimento tão forte e verdadeiro que é capaz de suportar o tempo e a distância e viver eternamente em nossas lembranças e memórias. O que sentimos um pelo outro é de fato amor.

De que vale o destino para nós, se até agora nós temos escrito a nossa própria história, batalhando contra a distância. E a cada luta, a cada batalha o nosso amor só aumenta. Até agora o tempo tem provado que somos merecedores um do outro e que somos capazes de nos amarmos eternamente através do próprio tempo. 

Por isso te peço, não desista de nós dois. Dê mais uma chance ao nosso amor. Se acaso não der certo, ao menos tentamos e não nos arrependeremos por não termos tentado. Ao menos, futuramente, lembraremos de nossos momentos como a melhor época de nossas vidas. Serão doces e suaves lembranças.

Discutindo a Literatura: Uraguai e Caramuru

Todos os domingos, aqui no A&P, teremos a coluna Discutindo a Literatura, na qual discutiremos temas relacionados à literatura de um modo geral, principalmente os clássicos. Para dar início, hoje discutiremos as obras Uraguai e Caramuru.
O poemeto Uraguai de Basílio da Gama foi publicado no ano de 1769. Além de ser considerado um dos principais poemas épicos da Arcádia Brasileira, Uraguai é a obra mais conhecida deste autor.
O Uraguai se encaixa melhor na estrutura do poema lírico-narrativo do que épico, pois não segue a estrutura formal clássica das obras épicas. A obra está dividida em cinco cantos, em versos decassílabos heroicos e sáficos, brancos e sem estrofação.
Nesta epopeia, Basílio faz uso do aqui e agora para narrar a luta entre portugueses e espanhóis contra índios e jesuítas que, instalados nas missões jesuítas do atual Rio Grande do Sul, não queriam aceitar as decisões do Tratado de Madri. Basílio tenta conciliar o heroísmo do indígena e a louvação de Pombal. Faz recair sobre os jesuítas a pecha de vilões ao apoiar abertamente o Marquês contra os religiosos.

A quase contemporaneidade dos sucessos cantados retira ao poema a aura de mito que arca a epopeia tradicional, mas dá-lhe a garra do moderno, imergindo o leitor do tempo nos motivos mais candentes: o jesuitismo, a ação de Pombal, os litígios de fronteiras, a altivez guerreira do índio...
(BOSI, 2006, p.65)

Em resposta ao Uraguai é publicado em 1781 o poema épico Caramuru do poeta árcade Santa Rita Durão. Diferentemente do Uraguai, Caramuru é um poema épico que segue a estrutura formal clássica das obras épicas. Possui dez cantos com estrofes de oito versos decassílabos e rimados. A narrativa divide-se em Proposição, Invocação, Dedicatória, Narração e Epílogo. Esta epopeia narra o descobrimento da Bahia, o naufrágio de Diogo Álvares Correia, herói do poema alcunhado o Caramuru pelos Tupinambás, narrado também seus amores com a índia Paraguaçu.
Uma das características que diferem o Caramuru do Uraguai refere-se à figura do índio, pois apesar de ambos terem personagens indígenas, no Uraguai o índio é visto como uma figura heroica e representativa dos valores da liberdade e da vida natural, enquanto que em Caramuru o índio é tratado como um objeto de colonização e catequese. O índio é abordado em Caramuru como inferior ao contrário do Uraguai, pois para Basílio o índio é vitima da perfídia escravizante dos jesuítas.
Além disso, outro aspecto que diferem as obras refere-se ao modo como seus autores vêem a figura do Marquês de Pombal, no Uraguai Basílio faz elogios e honras ao Marquês porque este perseguia aos missionários. Em Caramuru o período pombalino é visto como uma época de horrores.
Mesmo tendo sido escrito em resposta ao Uraguai, Caramuru difere-se e muito deste principalmente quanto aos recursos literários e pela linguagem. Enquanto em Uraguai Basílio utiliza o aqui e agora para narrar os acontecimentos, no poema Caramuru Santa Rita Durão retoma a acontecimentos históricos. Em ambas as obras há  a presença de momentos líricos, como a morte de Lindóia no Uraguai e a morte de Moema no Caramuru.

Referências:
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula: caderno de análise literária. 8ª Ed. São Paulo: Ática, 2002.

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. 43ª Ed. São Paulo: Cultrix, 2006.

FARACO, Carlos Emílio; MOURA, Francisco Marto Moura. Língua e Literatura. V.1. 31ª Ed. São Paulo: Editora Ática, 2000.


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Quer sugerir algum tema para ser abordado?
Deixe sua dúvida ou sugestão nos comentários.
Beijos e até mais!

Redescobrindo minha essência

7 de fevereiro de 2014

Olho-me no espelho, não me reconheço. Onde está aquela que um dia fui?
A vida me castigou severamente. Aparento ser mais velha do que realmente sou, até os meus gostos não são mais tão jovens.
Perdi o brilho nos olhos, a boniteza do corpo e a leveza da alma.
Estou em um mundo completamente novo, completamente diferente do que sou de fato. Fiz tantos planos para o meu futuro e hoje o meu futuro é alheio a estes planos. 
Não sei realmente quem sou, transformei-me no que as pessoas gostariam que eu fosse.
Mas finalmente me encontrei, redescobri minha verdadeira essência. Só me resta cumprir meus projetos, perdi muito tempo sendo algo que não sou, fazendo coisas que não gosto apenas para ter amigos que de fato não são meus amigos.
Agora farei de tudo para recuperar o tempo perdido.


"Tempo falta
E me faz tanta falta
Preciso de um tempo maior
Que a vida que eu não tenho toda pela frente
É do tamanho do que a alma sente."
(Aquela dos 30 - Sandy Leah)

Reflexão: problemas ou pouca força de vontade de viver?

3 de fevereiro de 2014


Hoje, andando por aí pensando sobre minha vida. Entre as árvores de uma praça tem um banquinho de madeira, sentei-me e comecei a refletir. Perdido em meus pensamentos, estava viajando em um mundo totalmente diferente deste, em uma outra dimensão. 

Um casal de idosos estava a me observar, sentado em outro banco, e me senti sem graça. Eles se aproximaram e o senho me pediu licença e sentou-se ao meu lado. Perguntou o porquê de eu estar com o pensamento tão longe, fui um pouco grosseiro e estúpido com ele. Apesar disso, com os olhos lacrimejando e acanhado pelo meu desprezo, começou a me contar sua linda história de vida:

Filho, sua vida não é uma droga. Quero que você escute essa pequena, mas sublime história.
Era década de 30, Guerra Mundial, e eu, um jovem servidor do exército brasileiro, obrigado a ir para a guerra, para enfrentar os inimigos da nossa pátria. Eu estava apaixonado por uma linda jovem filha de grandes políticos da época. Um amor quase impossível, mas para o amor nada é impossível. Prometi a ela que quando voltasse iríamos fugir juntos para concretiza nosso amor.
Durante a guerra, eu e meu companheiro de acampamento, saímos em busca de abrigo, pois chovia muito e nossas barracas já estavam sendo carregadas pela força da correnteza. Quando estávamos passando correndo pela mata, nos deparamos com uma armadilha que nós mesmos havíamos colocado, na qual eu acabei caindo e perdi a perna. Fiquei sem minha perna e sem chances de batalha.
Voltando à cidade, assim que soube de minha volta, minha amada veio correndo ao meu encontro. Vergonhoso de meu estado, não a deixei entrar. Mas ela insistiu e não desistiu de mim, foi quando resolvemos que iríamos viver juntos pelo resto de nossas vidas. 
Hoje, já temos 70 anos de casados e nos acostumamos a se doar um ao outro. Ela me ajuda a me locomover e eu a guio pelos caminhos por onde deve andar, pois durante sua fuga ela perdeu a visão em um acidente. Todos os dias viemos aqui para o parque para admirar o quão belo é a natureza e o que ela nos proporciona.
Agora pare e pense.
Seus problemas não são grandes, e sim sua força de viver é pequena.

Após essas palavras, ele se levantou e segurou os braços daquela senhora e saíram juntos em direção ao lago do parque. Ficaram ali sentados por horas. 
Saí em direção ao estacionamento, dirigi até a avenida principal. Chegando ao meu trabalho, fiquei o dia todo pensando naquelas palavras. 

A noite, ao chegar em casa, sentei e contei a história a minha esposa, e juntos refletimos sobre os nossos 'problemas'. Desde esse dia, nunca mais as coisas foram iguais. 
Agora pensem e reflitam: sua força de viver supera seus problemas?

A espera acabou!

22 de janeiro de 2014

Sabe, cansei!
Estou cansada de ficar aqui esperando meu príncipe encantado. Sei que ele existe e está em algum lugar à minha espera, mas a vida não se resume a isso. Ela é muito mais do que nascer, casar, ter filhos e morrer. Tenho outros planos para mim além desses.
Às vezes, sozinha na solidão de meu quarto, fico a pensar nos momentos que poderia ter vivido, em viagens e lugares que deveria ter conhecido, enquanto isso estive aqui sentada esperando por ele.
Como pude ficar tanto tempo sem viver? Como pude ficar tanto tempo estática na busca da concretização de um sonho e esquecer os demais?

Vou fazer uma limpeza geral, quarto, livros, guarda-roupa e mente. Principalmente esta última. Preciso urgentemente mudar de paradigmas. A partir de hoje viverei outro tempo, começarei uma nova história. Tenho muitos planos e projetos para cumprir.

Felicidade

15 de janeiro de 2014
Não existe caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho. (Mahatma Gandhi)
Esta frase é meio que o meu lema. Acredito que a felicidade não é algo a ser definido, ou um caminho a ser seguido. Não existe um mapa pronto para encontrá-la.
A felicidade está dentro de cada um e para vivê-la é necessário dominar o mundo de dentro, o mundo dos sentimentos.
A felicidade está nas coisas mais simples, e por se encontrar dentro de nós, sentimentos negativos como raiva, ódio e rancor impedem que percebamos o quão simples é ser feliz.

Imaginário e realidade: como é obtido?

12 de janeiro de 2014

O texto ficcional é construído a partir de elementos da realidade aliados a elementos imaginários. Segundo o dicionário Caudas Aulete (2009), a realidade é a “qualidade ou estado do que é real ou verdadeiro”, enquanto que o imaginário é “tudo aquilo que pertence ao mundo da imaginação”.
A partir dos conceitos de realidade e imaginário podemos afirmar que o imaginário e a realidade, dentro de um texto literário, estão intrinsecamente ligados, pois a ficção e a concepção de real de cada indivíduo são formadas a partir do imaginário.

A ficção é também uma configuração do imaginário na medida em que, em geral, ela sempre se revela como tal. Ela provém do ato de ultrapasse das fronteiras existentes entre o imaginário e o real. (...) ela adquire predicados de realidade, enquanto, pela elucidação de seu caráter de ficção, guarda os predicados do imaginário. Nela, o real e o imaginário se entrelaçam de tal modo que se estabelecem as condições para a imprescindibilidade constante da interpretação.(ISER, 1983, p.379)

Ao escrever, o autor seleciona elementos da realidade para utilizar em seu texto ficcional. O leitor, por sua vez, vai perceber os elementos da realidade contidos no texto ficcional, bem como os elementos fictícios. Ambos os elementos alteram a visão de mundo do leitor, assim atua o imaginário. A partir destes conceitos, podemos conceituar a ficção como a construção e a transformação da realidade. A literatura é produzida mediante a fusão entre o fictício e o imaginário.
Para Iser, a partir da atuação do imaginário surge um terceiro elemento que ele chama de combinação. Da relação entre imaginário e realidade surgem “relacionamentos intratextuais” que é o resultado do posicionamento do leitor entre os elementos reais e os imaginários contidos no texto. A leitura promove ao leitor o acesso a dois mundos: o real e o imaginário, deste acesso o leitor cria o mundo empírico.
Este terceiro elemento surge não somente da concepção do leitor sobre o real e o imaginário, surge também de elementos contidos no próprio texto, elementos implícitos. Para Iser, a ficção é a “configuração apta para o uso do imaginário”, ou seja, o imaginário não existe como elemento isolado da ficção, ele atua dentro da ficção, não existindo, pois ficção sem este. Assim, o fictício depende do imaginário para que o texto possa causar o objetivo esperado pelo autor. Podemos concluir que todo texto ficcional contem elementos da realidade e do imaginário, embora muitas vezes estejam imperceptíveis.



AULETE, Caldas. Minidicionário contemporâneo da língua portuguesa. – [2.ed. ver. e atual.]. – Rio de Janeiro: Lexikon, 2009.
ISER, Wolfgang. Problemas da teoria da literatura atual: o imaginário e os conceitos-chaves da época. Trad. Luiz Costa Lima. In: COSTA LIMA, Luiz. Teoria da literatura e suas fontes. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983. Vol II.

O que é a vida sem um sonho?

2 de janeiro de 2014

Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por omitir! (Augusto Cury)




O sonho é a razão da nossa existência. É por meio dele que planejamos, idealizamos e concretizamos nossos objetivos de vida. Através da concretização de nossos sonhos conseguimos alcançar a tão esperada felicidade.
Os sonhos também nos permitem o acesso a um outro mundo, esquecendo, mesmo que por alguns instantes, a nossa dura realidade.
Os 'incrédulos' preferem manter os pés no chão, costumam pensar que os sonhos deturpam a realidade, afirmando que preferem encarar a realidade tal como ela é.
Eu prefiro sonhar, traçar metas, procurar mudar minha dura realidade para que ela se transforme em felicidade.

O que aprendi com a vida? #final

8 de novembro de 2013
Lições, está é a palavra-chave deste post. 
E dentre tantas lições que aprendi com a vida, e posso afirmar que não foram poucas, a maior de todas nessas minhas quase 25 primaveras, foi a de aprender a viver. É isso mesmo que vocês estão lendo. A vida nos ensina a viver, mas muitas vezes não percebemos isso. Outras pessoas simplesmente não querem ou preferem não aprender a viver. Sei que pareço estar complicando as coisas, por isso vou tentar explicar melhor. 
Muitas pessoas gostam de afirmar que a vida é dura, que é difícil ou que é impossível viver nesse mundo. Mentira! Pura mentira! A vida de fato é complexa, mas não se trata de nenhum código indecifrável. Afirmo que aprendi a viver, pois foi passando fome que aprendi a comer, passando dificuldades aprendi a vê-las como um motivo para superação. 
Olha, vou ser bem sincera, acho que para dizer tudo o que aprendi com a vida, seria preciso escrever uma enciclopédia. Mas vou tentar ser mais breve, aprendi a respeitar o próximo, mesmo que esse próximo não me respeite. Como já disse em um post anterior, sigo o princípio do “não faça com o outro o que não gostaria que fizesse com você”. 
Portanto, aprendi a ser feliz sem que para isso eu precise passar por cima de ninguém. E é o que quero passar para vocês, viva a vida intensamente, mas sem magoar ninguém. A vida é passageira, por isso precisamos aproveitar ao máximo. 

Sonhar...

7 de novembro de 2013
Às vezes nos deparamos a pensar sobre nossos sonhos e objetivos, e mergulhamos num abismo profundo e obscuro do nosso ser.
 Será se realmente existem sonhos? Se existem, será se um dia conseguiremos realizá-los? Qual o verdadeiro sentindo deles existirem? E porque frequentemente queremos desistir dos mesmos? São perguntas que nos fazemos a todo o momento, em busca de respostas que muitas vezes não encontramos e simplesmente colocamos em nosso pensamento apenas a frase “o amanhã a Deus pertence”. 
Mais para que pensar no amanhã se podemos realizá-los hoje? O motivo pelo qual existem os sonhos é para alcançarmos os nossos ideais e nessa busca constante é que partimos a cada nascer de um novo dia. O nosso “status” perante a sociedade nos faz buscar e almejar a conquista de nossos sonhos. 
Sonhar, sonhar, sonhar... Viver de sonho e dormir sempre e não acordar para a realidade que nos circunda e tanto nos entristece. Porém é necessário que acordemos de vez em quando e possamos colocar nossos pés sobre o chão, sem deixar de sonhar é claro. Sonhar é tão bom que fazemos um mundo paralelo ao nosso, um mundo de ilusões que a todo o momento queremos transformar em realidade e as vezes conseguimos. 
Aí te pergunto: Acordar para que? Se vivêssemos de sonhos o mundo com certeza não seria o mesmo e sim um mundo de alegrias, conquistas e realizações. 
Convido-te a viver um sonho e transcrevê-lo em seu cotidiano.



O que aprendi com a vida? #parte 2

6 de novembro de 2013
Oi leitores!
Conforme prometido, hoje estou publicando a segunda parte do post anterior. Lembrando que na sexta-feira publico o meu texto dizendo o que aprendi com a vida.
Chega de blá blá blá.



Alex William
Bem próximo de completar 20 anos de vida, me ponho a refletir o que nessa passagem de tempo eu aprendi. Quando criança, aprendi a falar, andar e até mesmo ousava a cantar, e crescendo e amadurecendo aprendi o valor do amor e da amizade. Aprendi a conhecer os amores e desamores que me armaram contra meus medos. Fugia dos meus sonhos por medo de não dar certo, até quando conheci uma categoria de pessoas que me acompanharia pelo resto da vida: professor. Foi com os professores que aprendi a me impor, a quebrar o casulo, a redoma de vidro em que me escondia. Esta foi a maior lição de vida, viver e conhecer a sim mesmo, impor-se, interagir.
Com isso percebi que nem sempre as pessoas estão prontas pra ouvir a verdade, mesmo assim eu a disse, e algumas pessoas não aceitando tal verdade, se afastaram de mim. Foi quando notei que estas pessoas não eram de fato meus amigos, mas as magoei muito por ter dito tudo na hora e sem pensar. Outras vezes, sufoquei com receio de magoar outras pessoas.
A vida me reservou ótimas surpresas. Professores que me inspiraram, amigos que me divertiram, amores que abrilhantaram minha vida. O tempo acabou mostrando que o pior dos inimigos torna-se o maior dos amigos, e que o melhor dos amigos se torna o pior dos inimigos, pois ninguém conhece o outro tão bem ao ponto de dizer se será eterno ou não.
Além disso, a vida me ensinou que ser humano é isso e negar que exista algo tão mutável assim quando se trata de relações com o outro, é mentir pra si próprio, é criar expectativas, dogmas do tipo: o par perfeito,a metade da laranja ,a tampa da panela. Porque no fundo o quê mais se aprende é a ter esperança e fé, pois tendo esperança cria-se a temperança, o amor flui, a amizade se renova.

O que aprendi com a vida? #parte1

4 de novembro de 2013
Viver é conviver. A vida é uma história conjunta, ninguém vive sozinho. Nenhuma história de vida é uma construção autônoma, pois as histórias se cruzam umas com as outras.
Refletindo nesta questão, propus a dois amigos me ajudarem nessa postagem, escrevendo um pequeno texto dizendo “O que aprendi com a vida?”. Como um amigo se empolgou e o pequeno texto se tornou imenso, vou dividir o post. O primeiro, hoje e o outro na quarta-feira. Por fim, na sexta-feira será publicado meu texto. Espero que gostem. Beijos e até a próxima!

                Neide Barros
Aprendi que nem tudo na vida é como desejamos e lutamos para ter, pois tem pessoas que nos quer no chão de qualquer maneira e não importa os meios a serem utilizados para te jogar no chão. Se você for fraco ficará jogado no chão. Posso falar com um grande conhecimento de causa, pois tenho passado por isso e não é nada agradável. Mais podemos tirar proveito de tudo isso, caindo levantando e dando a volta por cima. Não desistindo de lutar. 

Fases que vão e que vêm...

26 de outubro de 2013
Tenho fases, como a lua, fases de andar escondida, fases de vir para a rua... (Cecília Meireles) 

Em certos momentos da vida, nos sentimos tão solitários como um nômade no meio de um deserto.
Os dias amanhecem cada vez mais escuros e as noites são sempre tristes e solitárias.
É tudo tão estranho que até chegamos ao ponto de pensar que é o fim...
O fim dos sonhos, dos planos...
O fim da vida!
Definhamos a cada dia que passa.
Amarelamos em termos de vaidade. 
Braços e pernas cabeludos, bigode e sobrancelha por fazer.
E até alguns quilinhos a mais.
Mas isso tudo é só uma fase que vai passar.
A vida é cheia de fases que vão e que vem.

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O amor Cego

24 de setembro de 2013
"Nunca devemos julgar as pessoas que amamos. O amor que não é cego, não é amor."
Honoré de Balzac
clique na imagem para assistir ao vídeo

É típico do ser humano tentar explicar o que é o amor. Para mim, o amor é inexplicável, é um sentimento que não se pode descrever com palavras, apenas senti-lo. As pessoas costumam julgar nossos sentimentos, julgar se realmente estamos com certa pessoa por amor ou interesse. O amor não é um réu sentado em um banco de um tribunal. 

Vem passear comigo!

15 de setembro de 2013

Alguma vez cheguei a te dizer isso? Dizer-te que não a amo mais? Dizer-te que não quero mais estar ao teu lado? Você trata-me como uma criança, quer manipular meus gostos, meus sentimentos.
Ainda sei o caminho que me trouxe até aqui. Sei voltar para o lugar de onde vim. Se acaso eu não a amasse mais, se acaso eu não quisesse mais estar ao teu lado já teria feito as malas. Eu já não estaria mais aqui.

Pare de pensar bobagens! Pare de tentar dizer coisas que eu jamais diria. Eu a amo. Vem, vamos passear! Sentir o último raio de sol do dia e namorar ao luar.

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Amor de Mãe

3 de setembro de 2013


Adoro seus carinhos quando está para pegar no sono e sentir o cheiro do seu hálito quente e inocente.

O amor transpassa minha alma quando você desliza sua pequena mãozinha em meu rosto e com a ponta de seus frágeis dedos desenha cada curva, cada detalhe de meu rosto.

A inocência dos teus gestos faz de mim uma mãe boba e apaixonada.
O amor de mãe, esse amor que sinto por ti e que quase nem cabe em meu peito é imensurável.
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