Assisti no FDS: Chamada de Emergência

30 de setembro de 2013
Oi leitores amados!
Estou tentando assistir ao menos um filme nos meus fins de semana, está um pouco complicado, pois estou estudando para concurso. Mas vai dar tudo certo.
No último fim de semana assisti ao filme Chamada de Emergência.

O amor Cego

24 de setembro de 2013
"Nunca devemos julgar as pessoas que amamos. O amor que não é cego, não é amor."
Honoré de Balzac
clique na imagem para assistir ao vídeo

É típico do ser humano tentar explicar o que é o amor. Para mim, o amor é inexplicável, é um sentimento que não se pode descrever com palavras, apenas senti-lo. As pessoas costumam julgar nossos sentimentos, julgar se realmente estamos com certa pessoa por amor ou interesse. O amor não é um réu sentado em um banco de um tribunal. 

Capítulo 8 – O inesperado

O encontro com Carlos foi magnífico, ao chegar em casa Laura deitou-se em sua cama para relembrar cada instante daquele maravilhoso dia. Em seguida arrumou suas malas, separando tudo o que usaria na viagem.
No dia seguinte, ao final da tarde de domingo, Laura viaja e ao chegar a seu destino inicia sua jornada de compromissos. Em meio a um turbilhão de coisas para fazer, já próximo de sua volta, ela recebe a ligação de Carlos confirmando o próximo encontro. Depois do telefonema, Laura constata que realmente estava apaixonada por ele.
Em seu último compromisso, o lançamento de seu novo romance, Laura encontrava-se distraída e cabisbaixa pensando em Carlos. A fila para os autógrafos já estava pequena, pois o evento estava no fim. De repente, uma voz familiar pede que ela dedique o livro a Felipe.
Ao erguer sua cabeça, ela se depara com Felipe Bacelar, seu ex-noivo e o responsável por seus pesadelos. Estática, ela pega o livro das mãos dele, o autografa e o devolve em movimentos mecânicos. Felipe tenta engatar conversa com Laura, mas graças à sua secretária Mariana a conversa foi interrompida.
Laura queria a todo custo que aqueles poucos minutos restantes para o fim do evento terminassem logo, pois Felipe lhe fez um sinal de que a esperaria no café da livraria. Pelo visto a conversa era inevitável, Felipe não demonstrava pressa para ir embora.
Quando Laura retornou, ele a chamou com um aceno e ela sentou-se ao seu lado. Laura sentia-se desconfortável com a situação e em seus pensamentos tentava arrumar desculpas para levantar-se o quanto antes daquela mesa.
- Estava ansioso para falar com você. Não nos vemos há tanto tempo – afirmou Felipe.
- Verdade. Já se passaram quase dois anos desde a última vez em que nos vimos – relembrou Laura.
- Mas parece que o tempo não passou para você, pois está ainda mais bela.
- Obrigada! Como vai seu trabalho? – perguntou ela querendo desviar a conversa para outros assuntos.
- Os negócios vão muito bem. Soube da morte de seus pais, foi um trágico acidente. Sinto muito por suas perdas.
- Ainda sinto muita saudade deles, mas superarei, já superei outras perdas.
Laura sabia que tocara em um assunto delicado, mas estava disposta a arriscar. Suas feridas do passado ainda não estavam totalmente cicatrizadas. Mas o assunto não prosseguiu, pois ele intencionalmente a convidou para jantarem. Ela recusou o convite, pois seu voo sairia às 19hs e ainda tinha as malas por fazer.
- Então vamos marcar algo para a próxima semana, estarei em Riachinho visitando minha mãe.
- Podemos combinar isso depois? Desculpe, tenho que ir.
- O meu cartão – Felipe lhe estende o cartão. Ligue-me para marcarmos nosso encontro.

- Ligarei sim – disse ela já colocando o cartão na bolsa e retirando-se. 
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